SITES DE DICAS:
GERADOR DE CAÇA-PALAVRAS
http://www.prof-edigleyalexandre.com/p/criador-de-caca-palavras-online.html
ESTE CURSO ESTÁ NOS PROPORCIONANDO A TROCA DE EXPERIÊNCIAS, RELEITURAS, INFORMAÇÃO, CONHECIMENTO E MUITO MAIS! ORIENTADORAS: AKIKO - MARIANE - VERÔNICA
sexta-feira, 21 de junho de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
LEITURA E LITERATURA...
Como escolher boa literatura para crianças?
Buscando
critérios para a escolha de livros
POR YOLANDA
REYES
Yolanda Reyes
nasceu na Colômbia, é educadora, fundadora e diretora do Instituto
Espantapájaros, em Bogotá – um projeto cultural de formação de leitores,
dirigido não apenas as crianças, mas também a mediadores e adultos.
Especialista em fomento à leitura, consultora, autora de artigos e livros sobre
o tema da leitura, é autora de A casa imaginária: leitura e literatura na
primeira infância (Global, 2010). É colunista do diário El Tiempo, de Bogotá e
também se destaca pela sua obra literária para crianças e jovens. Dentre seus
livros publicados no Brasil, destacamos É terminantemente proibido, A pior hora
do dia, Saber perder e Terça-feira: 5ª aula (FTD) e Um conto que não é reconto
(Mercuryo Jovem).
Essa é a
pergunta mais frequente que os pais me fazem e não gosto de respondê-la em
abstrato, pois se cada criança é diferente, os pais também são, e cada pessoa
tem seus gostos, suas perguntas, suas maneiras de ler... Isso sem falar nas
idades, porque temos incluídos nesse rótulo que os adultos denominam, genericamente,
"crianças", desde os bebês até os adolescentes.
Mas essas
também são categorias abstratas, porque um bebê pode gostar dos animais,
enquanto outro pode preferir flores, e uma menina de dez anos pode odiar
poemas, que outra criança adora. O mesmo ocorre com os romances de aventura, ou
os que falam da vida real. O mesmo com os monstros e com as fadas. Alguns
gostam de contos, outros, de histórias em quadrinhos. Alguns querem muitas
ilustrações, outros, letras pequenas. E isso sem falar dos momentos, porque há
livros para ler à noite e outros para ler durante o dia. Há livros para chorar
e outros para rir. Alguns são perfeitos para responder àquela pergunta que não
sai da nossa cabeça, enquanto outros nos deixam um monte de novas perguntas. Às
vezes, precisamos de uma resposta e, às vezes, precisamos de mais perguntas.
E por aí
vai...
Então, não
existe resposta?
Na verdade,
não existe receita.
Ou talvez
pudesse haver uma: para uma criança ler, só precisa saber ler.
Ler como? Ler
o quê?
1. Ler para as
crianças
Quem são e do
que eles gostam. O que eles nos dizem todos os dias – e o mais importante: o
que eles não nos dizem. O que os faz perder o sono e o que os faz sonhar. De
que brincam e com que brincam, com que se divertem, o que os faz chorar. O que
sentem com os livros que vêm em casa, na biblioteca, na livraria, ou na sala de
aula. Quais eles preferem. Eles podem ser totalmente distintos mesmo sendo
gêmeos ou sentados numa mesma carteira. Nenhum especialista sabe o que você
sabe sobre essa criança concreta que espera aquele livro em particular, em um
momento preciso de sua vida. Confie na sua sabedoria instintiva. Seus próprios
filhos são o seu primeiro texto de leitura.
2. Ler o
livro, panoramicamente
Como você lê o
descritivo das vitaminas numa caixa de cereal? Usando seus critérios. Você não
compra a caixa de cereais apenas porque é mais colorida ou se tiver um
personagem de Walt Disney. Tampouco compra um disco sem olhar a capa e as
músicas que ele contém e, muitas vezes, inclusive, pede para ouvir.
Isso que é
feito na loja de discos, ou na livraria antes de comprar um livro, para você,
deve ser feito quando se trata dos livros para as crianças. Não compre o
primeiro que lhe oferecem. Antes de olhar se tem capa dura ou adesivos,
pergunte ao livro:
a) Quem
assina?
Você não
compra um livro anônimo, a menos que seja a Canção do Mio Cid. Nem é a mesma
coisa comprar um romance de Saramago ou de um "escritor fantasma". O
mercado está cheio de livros infantis assinados por multinacionais. Como em
qualquer literatura, um verdadeiro escritor de livros para crianças garante o
que escreve com a sua assinatura.
b) Quem é o
ilustrador?
Nos álbuns ou
livros de imagens, a ilustração é uma linguagem tão válida quanto o texto.
Aprenda a diferenciar"desenhos" de uma ilustração com caráter e
estilo próprios. (Aqui também, a assinatura de um ilustrador é uma garantia de
que alguém está por trás desse trabalho.) Você está educando o olhar de uma
criança. Cuidado com os estereótipos: o sol com rosto feliz ou a típica casinha
triangular. Olhe mais longe: peça a ilustração que não se limite a repetir o
que dizem as palavras, que as amplie, que brinque com elas; que proponha novas
leituras; que deixe um espaço para a imaginação. Os bons livros de imagem podem
ser o museu de uma criança.
c) É versão
original ou adaptação?
No caso dos
contos de fadas, das histórias de tradição oral ou dos clássicos, o livro deve
dizer se é uma adaptação ou uma versão original. É diferente ler o Chapeuzinho
vermelho de Perrault ou dos irmãos Grimm a ler uma adaptação, onde pode ter se
perdido a força da linguagem e a carga simbólica das imagens. Cuidado, também
com os romances simplificados. Alice no país das maravilhas, de Carroll,
Pinóquio, de Collodi, Peter Pan e Wendy, de Barrie são novelas complexas e
muito lindas e devem ser lidas no seu devido tempo. Ler essas obras resumidas
em continhos de poucas páginas é como ler A Odisseia em um resumo de escola. É
melhor que a criança possa desfrutar de toda a riqueza da obra quando crescer
um pouco mais. Desconfie, também, dos clássicos para adultos em versões
infantilizadas. Virá, no devido tempo, o momento de desfrutar a verdadeira voz
de Shakespeare ou Cervantes.
d) Qual é a
idade sugerida?
A maioria dos
editores oferece sugestões de idade. Leve em conta essas recomendações, porém
enriqueça-as com os seus critérios. Existem livros para todas as idades; há
outros sem idade. Além disso, nem todos os processos leitores são os mesmos. A
idade cronológica de um leitor é apenas uma das variáveis. Coteje a sugestão da
editora com o seu conhecimento e o dessa criança de verdade que vai receber o
livro.
e) Que editora
publica esse livro?
Além do nome,
verifique a cidade, o ano da publicação, o nome do tradutor etc. Desconfie se
essas informações não estiverem explícitas. Vire as páginas; leia a capa e a
contra capa. Você vai encontrar dados sobre o livro e seu autor que lhe darão
as primeiras pistas.
3. Envolva as
crianças na pesquisa
Leve as
crianças a bibliotecas públicas e livrarias. Leia com elas e companhe-as em seu
processo de crescimento como leitores. Acredite na palavra da criança, mas ao
mesmo tempo, ofereça ferramentas para que possa ir educando os seus critérios.
Na medida em que uma criança tem contato com literatura de qualidade, ela irá
refinando a sua sensibilidade e tornando-se cada vez mais exigente. Nem sempre
o que é fácil, o que está na moda ou o que está no topo da lista dos "mais
vendidos" é o melhor. Não se deixe, tampouco, tentar pelas coleções
completas que não garantem, por si só, a qualidade de cada título. Dê liberdade
de escolha, mas ofereça, também, a riqueza de sua experiência como leitor
adulto. E não queira acertar sempre. Ler é também equivocar-se.
4. Busque
assessoria
O campo da
literatura infantil é enorme. Muitos autores, ilustradores, gêneros e
tendências que não conhecemos quando éramos crianças têm enriquecido
enormemente as opções de leitura. Não fique limitado ao que você leu na
infância. Aproveite as crianças para descobrir novas obras e não pretenda
conhecer tudo. Busque um livreiro ou um bibliotecário que conheça literatura
infantil. Consulte as listas de livros recomendados, as publicações sobre o
assunto e as instituições que promovem a leitura. Você vai se surpreender com
as descobertas e encontrará livros, não só para ler com seus filhos, mas também
para você.
5. Não
confunda uma obra literária com um livro didático
Assim como
você procura muito mais que ensinamentos explícitos quando lê um romance de
García Márquez, seu filho busca na literatura muito mais que um ensinamento
moral. A literatura se move na esfera do simbólico e apela à experiência
profunda dos seres humanos. Desconfie das mensagens explícitas e das morais
óbvias. O mercado está cheio de livros infantis que "disfarçam" – sob
o título de "conto" – as intenções didáticas dos adultos. Aprenda a
diferenciar os manuais de autoajuda das obras literárias. A literatura não
pretende explicar valores, letras do alfabeto, regras de polidez ou mensagens
ambientais. Leia nas entrelinhas e não escolha um livro só pelo seu tema, mas
pela sua forma e pela maneira como um autor constrói uma voz e um mundo
próprios. Desconfie dessa linguagem pseudoinfantil, cheia de diminutivos e de
histórias light, onde os protagonistas são tão perfeitos como ursos de pelúcia.
(Seu filho vai ser o primeiro a "não engolir a história".) Os livros
infantis podem ser atrevidos, transgressores, irreverentes, sutis,
inteligentes, tristes... Todas essas nuances, que constituem a infinita
variedade da experiência de um ser humano, alimentarão o mundo interior das
crianças e lhes darão as chaves secretas para descriptografar muito sobre sua
própria vida e sobre as emoções, sonhos e pesadelos sobre fantasia e realidade.
Quando você
for ler literatura para uma criança, deixe-se tocar pela linguagem cifrada e
misteriosa dos livros. Todo o resto virá depois.
TRADUÇÃO:
DOLORES PRADES
CRÉDITO:http://www.revistaemilia.com.br/mostra.php?id=9 E OUTRAS LEIUTRAS...
SUGESTÃO DE LEITURA....
- LIVROS DO "ITAÚ CRIANÇA"
- PROFª LUCIANE
http://www.itau.com.br/itaucrianca/
Autor: Christine Davenier
Editora: Brinque Book
Leo e Albertina
Um
porquinho apaixonado por uma galinha ... Ele se desdobra para chamar atenção
dela e ela nem nota sua presença. Então, Leo decide pedir conselhos para seus
amigos. Será que alguém poderá ajudá-lo a conquistar Albertina? Na obra “Leo e
Albertina”, você se encantará com as brincadeiras de Leo, que faz de tudo para
chamar a atenção de sua amada Albertina.
·
·
·
Autor: Trish Cooke
Ilustrador: Helen Oxenbury
Editora: Ática
Tanto, tanto!
“Vamos
fazer uma festa? Mas é surpresa, hein!” Como é bom festejar a vida,
principalmente em família. Na obra “Tanto, Tanto!”, esse momento é narrado de
uma maneira bem divertida. Por isso, aproveite esta oportunidade, e leia este
livro com toda a família reunida!
·
·
·
Autor: Angela Lago
Editora: Cia das Letrinhas
Sete histórias para sacudir o esqueleto
Quer
sentir uma pontinha de medo e rir ao mesmo tempo? Então, delicie-se com sete
casos de assombração (e de esperteza), do livro “Sete histórias para sacudir o
esqueleto”, colhidos na melhor tradição popular brasileira. Essas histórias, de
forma bem humorada, narram as peripécias de defuntos “que não morreram”,
fantasmas, esqueletos e gente distraída que caminha à noite pelos cemitérios!
·
·
·
Autor: Suzy Lee
Editora: Cosac Naify
Sombra
Quem
nunca brincou com a própria sombra projetada na parede? Mas, e se essas sombras
ganhassem vida? No livro de imagens Sombra, a personagem desenha um pássaro com
a mão, assim como sombras inusitadas são projetadas a partir de objetos
variados, mostrando o quão tênue é o limite entre a imaginação e a realidade.
·
·
·
Autor: Fernando Vilela
Editora: DCL
Comilança
Como
poderíamos conhecer melhor sobre a cadeia alimentar? Fernando Vilela nos
convida, na sua obra “Comilança”, a desvendarmos como é a alimentação dos
animais que vivem na floresta amazônica. É um tal de um bicho que come outro
que, ao final, quem sobrará? Só resta um jeito de saber: lendo este livro!
·
·
·
Autor: Lane Smith
Editora: Cia das Letrinhas
É um livro
É difícil
de acreditar, mas: O que é um livro? Como ele funciona? Como usar? Não
precisaria de um manual de instrução para rapidamente compreender o que é um
livro. A partir de um diálogo entre um macaco e um burro, “É um livro” fala da
função e do uso do livro em meio às tecnologias.
·
·
·
Autor e ilustrador: Graça Lima
Editora: Paulus
Abaré
O livro
conta a história de um indiozinho muito especial que vive uma rica aventura
pela floresta, recheada de novos lugares e amigos.
Abaré
significa “amigo” em tupi-guarani. Esse é o nome que recebe um indiozinho muito
especial, personagem central do livro. A obra conta, por meio de belas
ilustrações, a história desse indiozinho curioso e esperto que adora conhecer
novos lugares e descobrir as diferenças que existem em cada espécie. Os
caminhos por onde ele passa, os animais que ele encontra e até as surpresas que
ele vê, tudo isso ensina e ajuda o nosso amigo a amadurecer. De todas as
descobertas, a maior delas será a amizade, sentimento para ser levado vida
afora.
·
·
·
Autor e ilustrador: Oliver
Jeffers
Achados e perdidos
O que
você faria se encontrasse um pinguim na porta da sua casa? O menino da história
de Oliver Jeffers não fazia ideia de onde ele tinha vindo, mas o pinguim
começou a segui-lo por todo o lado. Será que ele estava perdido? O menino
estava determinado em ajudar o pinguim a achar o caminho de casa, mas não sabia
como, afinal, os pinguis vêm do polo sul. Como chegar lá? Juntos, fizeram um
barco, enfrentaram dias e noites no mar e, apesar do cansaço, o menino contava
histórias durante todo o caminho. E o pinguim escutava com muita atenção.
Um livro
singelo que fala da amizade de uma forma simples e comovente.
·
·
·
Autor: Tatiana Belinky
Ilustrador: Roberto Weigand
Editora: Paulinas
Dez sacizinhos
Uma
viagem pela magia e encanto de um dos personagens mais conhecidos do folclore
brasileiro, o saci, menino negro, com uma perna só, que fuma cachimbo e usa
carapuça vermelha que lhe confere poderes mágicos. Dez sacizinhos é uma
parlenda que, entre versos e estrofes, conta (matematicamente) sobre dez
graciosos sacizinhos que desaparecem, um a um. A Cuca acompanha o desenrolar da
história camuflada nas formas e cores intensas das ilustrações.
Escrito
por Tatiana Belinky, uma das escritorias mais importantes de literatura
infanto-juvenil em língua portuguesa, "Dez sacizinhos" recebeu o
prêmio Jabuti de ilustração de livro infantil e juvenil e o selo de “Altamente
recomendável”, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).
·
·
·
Autor: Keith Faulkner
Ilustrador: Jonathan Lambert
Editora: Cia das Letrinhas
O porco narigudo
Há muito
tempo, os porcos tinham nariz comprido e pontudo. Como foi que acabaram ficando
com o focinho achatado? Tudo aconteceu porque um certo porco muito orgulhoso
saía por aí se exibindo para todo o mundo e comparando o seu narigão com o do
tamanduá, por exemplo. Mas um dia ele deu uma topada... e ficou com nariz de
tomada.
Os
livros-brinquedo, como "O porco narigudo" e "O sapo
bocarrão", com imagens coloridas que "saltam" das páginas, fazem
a alegria dos pequenos. Título Altamente Recomendável pela Fundação Nacional do
Livro Infantil e Juvenil - FNLIJ 1997, categoria livro-brinquedo
·
·
·
Autor: Julia Donaldson
Ilustrador: Axel Scheffler
Editora: Brinque Book
Macaco danado
Todo
filhote se parece com a mãe? Na natureza não é bem assim.
A
borboleta tenta ajudar o macaquinho a encontrar a mamãe macaca. Ela tem uma
cauda elegante, mas não é uma cobra; tem pernas compridas, mas não é uma
aranha; vive saltando, mas não é sapo. Macaco danado, em versos e com uma
ilustração muito divertida, mostra que muitas vezes a descrição de parte de um
todo pode nos remeter a outro todo, completamente diferente. Principalmente em
se tratando de macacos, borboletas e seus respectivos filhotes.
·
·
·
Autor: Jeny Pinkney
Editora: WMF Martins Fontes
O leão e o camundongo
Era uma
vez um leão que, num ímpeto de generosidade, devolveu a liberdade a um ratinho
que estava prestes a ser devorado. Mais tarde, o ratinho teve oportunidade de
retribuir esse gesto roendo as cordas de uma cruel armadilha que prendia o
leão. Neste livro sem texto, essa história bem conhecida é contada por meio das
belíssimas imagens de Jerry Pinkey. São ilustrações de página inteira, que
impressionam por sua altivez. Cada vez que folheamos o livro, nossos olhos
captam novas cores e novos detalhes que vêm enriquecer a história.
·
·
·
Autor: Flávia Maria
Ilustrador: Millôr Fernandes
Editora: Cosac Naify
Maurício, o leão de menino
O
cartunista Millôr Fernandes, em parceria com a escritora Flavia Maria, relança
Maurício, o leão de menino, com mais ilustrações. Jaguar, que assina a quarta capa,
comemora: “Um bom texto de literatura infantil, como este de Flavia Maria, e
ainda por cima ilustrado pelo Millôr, deve ser festejado”. O livro teve sua
primeira edição em 1969 e conta a história de um leão bem diferente, que mora
dentro do guarda-roupa de um garoto. É certo que o menino nunca o viu, mas,
quando criança, não é preciso ver para ter certeza de que algum bicho muito
feroz vive dentro do armário. Um dia, o menino se enche de coragem e resolve
tirar esta história a limpo. E conhece Maurício, o leão de menino, que logo dá
uma lambida na bochecha dele, mostrando amizade. Dono de um traço e de um humor
incomparáveis, Millôr combina desenhos sintéticos ao texto prosaico de Flavia
Maria, que esbanja irreverência.
·
·
·
Autor: Fiona Rempt
Ilustrador: Noelle Smit
Editora: Manati
Superamigos
Dia de
festa na floresta! É aniversário do caracol. Cada amigo lhe dá um presente mais
curioso que o outro. O caracol está agradecido, mas um pouquinho triste. É que
ele não consegue correr e farrear como os outros e também não entendeu para que
servem seus presentes... Por sorte, certas pessoas percebem nossas necessidades
especiais, adivinham nossos desejos mais secretos e sabem espantar a tristeza
para outro planeta. São os superamigos! Eufórico, o caracol descobre que cada
presente é, na verdade, uma peça da melhor surpresa de sua vida: um carrinho
possante que vai turbinar para sempre essa superamizade!
Publicado
em vários países, este livro, que faz a delícia de muitas crianças e adultos do
Brasil, marca a estreia das autoras no país.
·
·
·
Autor e ilustrador: Mariana
Massarani
Editora: Global
Os mergulhadores
Dinorá e
Ubiratã são mergulhadores e moram num veleiro, o Plâncton. Há vários anos eles
navegam e mergulham na costa do Brasil. Os dois levam turistas para conhecerem
o fundo do mar. Quando acham um lugar bacana jogam a âncora e ficam por um
tempo na vizinhança. Seus sobrinhos, Antônia e Gabriel, sempre passam uns dias
no barco com eles.
Assim
começa mais uma história escrita e ilustrada por Marina Massarani. Mar
transparente, cardume, linguado, raia, tartaruga-verde, navio afundado,
máscara, nadadeiras e esnórquel são ingredientes que fazem dessa narrativa uma
descontraída viagem de descoberta, aprendizado e prazer.
·
·
·
Autor: Maurice Sendak
Editora: Cosac Naify
Onde vivem os monstros
Com mais
de 18 milhões de exemplares vendidos só nos Estados Unidos, vencedor dos
principais prêmios literários, traduzido para mais de 20 idiomas, aclamado pela
crítica, Onde vivem os monstros, de Maurice Sendak, é um clássico.
Na
história escrita em 1963, o garoto Max, vestido com sua fantasia de lobo, faz
tamanha malcriação que é mandado para o quarto sem jantar. Lá, ele se
transporta para uma floresta, embarca em um miniveleiro, navega pelo oceano,
até chegar numa ilha, onde vivem os monstros.
Com o seu
olhar firme, consegue dominá-los e é coroado rei. Max, então, fica livre para
mandar e desmandar, longe de regras ou restrições. Mas, quando a saudade de
casa e daqueles que realmente o amam começa a apertar o peito, Max fica em dúvida
sobre suas escolhas.
·
·
·
Autor: Ilan Bernman
Ilustrador: Renato Moriconi
Editora: Cia das Letrinhas
Telefone sem fio
Ilan
Brenman, autor de muitos livros de sucesso, não tirava da cabeça a cena de um
grupo de crianças e adultos falando um no ouvido do outro, ao brincar de
telefone sem fio, e as variadas expressões - de curiosidade, alegria,
estranheza - que cada um fazia ao ouvir o cochicho.
Pensou
que essa experiência poderia se transformar em livro. Chamou seu amigo Renato
Moriconi, que também é autor de livros infantis, para escrever essa obra a
quatro mãos. O resultado é um livro só de imagens com vários personagens
inusitados, cochichando um na orelha do outro.
O que
cada um estará cochichando ao pé do ouvido só mesmo as crianças poderão dizer.
·
·
·
Autor: Audrey Wood
Ilustrador: Don Wood
Editora: Ática
A casa sonoleta
Numa casa
sonolenta com uma cama aconchegante, todos estão sempre dormindo. As repetições
no texto dão o tom sonolento, que é interrompido por uma pulguinha acordada.
As
ilustrações são parte fundamental da narrativa, suas cores e nuances acompanham
o ritmo da história. Esse livro pode ser lido diversas vezes sem cansar, a cada
nova leitura, percebe-se um detalhe diferente. Diversão garantida para adultos
e crianças.
·
·
·
Autor: Arden Druce
Ilustrador: Pat Ludlow
Editora: Brinque Book
Bruxa, Bruxa – venha à minha festa
Uma
garota convida vários personagens para sua festa. E lá vão: bruxa, gato,
espantalho, coruja, árvore, duende, dragão, pirata, tubarão, cobra, unicórnio,
fantasma, babuíno, lobo e, epa!, Chapeuzinho Vermelho?
Que tipo
de festa será? Será que eles irão?
Explorando
as exuberantes ilustrações de Pat Ludlow, pais e filhos irão passar horas
divertidas ao tentar decifrar o final dessa história interativa escrita por
Arden Druce de forma envolvente e original.
Uma
história diferente que mostra como a imaginação das crianças as faz capazes de
se deliciar com a ideia do medo. Este livro é sucesso garantido entre as
crianças! Vamos continuar? Quem mais irá à sua festa?
·
·
·
Autor e ilustrador: Roger Mello
Editora: Global
Selvagem
A história de Roger Mello - artista jovem, porém já com uma obra vasta,
diversa e de grande qualidade - surpreende, desconcerta e convida o leitor não
a uma, mas a várias leituras. Selvagem surpreende porque não segue um caminho
definido; desconcerta, porque coloca o leitor diante de situações que exigem
novos olhares para a leitura do imprevisível, do incomum e suscita novas
posturas diante do conhecido. No decorrer da história, a perspectiva do olhar
muda e, com ela, muda a trajetória dos acontecimentos. Ao final, a
interrogação.
As várias possibilidades. E a
necessidade de rever posturas...
Assinar:
Postagens (Atom)